quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

2018 está quase !!!



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Quais os meus grandes desafios pessoais

Vou mesmo seguir os conselhos da Susana e traçar metas para 2018 com coisas palpáveis e com nomes.
Como sei que a nível de trabalho as coisas vão ser bem difíceis, e que terei imensas chatices, tenho mesmo que melhorar a nível pessoal para que as coisas corram melhor.
Coisas concretas para 2018
GINÁSIO Aulas de Dança
                  Integra-me bem no grupo:
                  Ficar próxima pelo menos da Vânia, Cristina e Andreia ou Rosa
                  Melhorar a minha coordenação motora
                  
                  Aulas de GAP
                  Continuar com o contacto da Céu, melhorar o contacto com a Cláudia e a Mónica, estar atenta as pessoas que estão a meu lado e cumprimentar.
                  Melhorar a Relação com o professor
                   
                   Aulas de Natação
                   Manter a proximidade com a Kikas e melhorar a relação com a Joana e com a Sofia
                  Manter boa a boa relação que tenho com o Professor e aumentar o leque de pessoas com quem falo nas aulas.


TEATRO
               Fazer um esforço para ir sempre bem disposta para as aulas de teatro
               Ser mais afável com o Jaime
               Ver mais vídeos de teatro no youtube  e tentar ver mais peças
               Ficar com o contacto da Diana, ficar mais próxima de pessoas como a Catarina, Emília e Ricardo

VOLUNTARIADO  
               Não me envolver em cusquices
               Não reagir as coisas que não gosto, simplesmente afastar-me
               Continuar próxima de Mariana Prata, Pedro Rosário, Sandra, Nuno, Carlos e Sónia
               Continuar próximo de Joana, Diana, Ana, melhorar a proximidade com a Raquel, manter a Sofia e o Hernâni, manter com a Marina, Luís, Ana e Maia.
               Conhecer bem os novos.
             
Nas relações pessoais quero manter os amigos que já tenho e também os contactos.
A nível de desenvolvimento pessoal, procurar uma formação numa área diferente da minha, a partir de Outubro.

E eis que quando eu me preparo para pensar nos meus objectivos para 2018 me aparece este texto pela frente, na muche, na hora certa, no momento exacto. Quando eu penso na relação com os outros e com objectivos traçados em função dos outros, aparece-me este texto com fortes indicações só para mim e a dizer que a prioridade tenho de ser EU, que se eu estiver bem tudo irei ver as coisas que me rodeiam de outra maneira


‘Quando me amei de verdade’, Charles Chaplin

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Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância eu estava no lugar correto e no momento preciso. E então, consegui relaxar. Hoje sei que isso tem nome… Autoestima.
Quando me amei de verdade, percebi que a minha angústia e o meu sofrimento emocional não são mais que sinais de que estou agindo contra as minhas próprias verdades. Hoje sei que isso é… Autenticidade.
Quando me amei de verdade, deixei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a perceber que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje sei que isso se chama… Maturidade.
Quando me amei de verdade, compreendi por que é ofensivo forçar uma situação ou uma pessoa só para alcançar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou que a pessoa (talvez eu mesmo) não está preparada. Hoje sei que isso se chama… Respeito.
Quando me amei de verdade, me libertei de tudo que não é saudável: pessoas e situações, tudo e qualquer coisa que me empurrasse para baixo. No início a minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que isso se chama… Amor por si mesmo. 
Quando me amei de verdade, deixei de me preocupar por não ter tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os megaprojetos do futuro. Hoje faço o que acho correto, o que eu gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é… Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos. Assim descobri a… Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. E isso se chama… Plenitude.
Quando me amei de verdade, compreendi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, é uma aliada valiosa. E isso é… Saber viver!

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Estás sempre na altura certa Susana



Apesar de teres ido para o Algarve estás mais presente, no memento certo, sempre com palavras meigas e acertadas. Esta terça-feira foi igual, um telefonema de 1h.30 m, passou tão rápido que pareceu que foi de 5 minutos.


Algumas coisas que fazem com que te deseje tudo de bom, só porque tu mereces:

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Vives no algarve e eu nunca fui ao algarve, não hesitaste em me convidar. Normalmente ninguém me convida, deve ser por causa do meu mau feitio, mas também por causa do meu problema de visão. É um facto que eu tenho de aceitar, nunca me preocupei com isso enquanto era jovem. Nunca fui pessoa de muito amigos, mas sempre tive bons amigos, e até começar a trabalhar nunca achei que a minha condição física e social fosse motivo para ser deixada para traz. Mas até nisto a Susana é assertiva a dizer não precisas de muitos amigos precisas de bons, ou de alguém muito próximo mesmo. A Susana sempre teve imenso amigos porque será que ela diz isso?


Sobre a responsabilidade familiar, estiveste – me a contar que quando foste viver com o Hélder disseste à família que tinha de deixar a tua avó, e que a tua responsabilidade em relação à família terminava ali. Uma atitude corajosa, mas como tu disseste tinhas que construir família e viver a vida que te pertencia. Disse-me que devia fazer isso em relação a minha mãe, para não deixar de ir a casa, mas que tinha que ter espaço para a família, e para a minha vida pessoal.


Sobre o facto do meu irmão Augusto me dizer para ir a casa de 15 em 15 dias: “Ele quer ter o espaço dele” Quer ser ele a dissidir o que é melhor para a sua casa”, “já tem as rotinas dele definidas e não quer estar a chatear-se com isso”. Até nisto tu tens razão aquela é mesmo a casa dele, é o seu espaço, talvez por isso nunca tenho feito muito esforço para mudar.

Sobre planos para 2018 “escreve coisas muito concretas, com nomes com coisas para fazeres e já agora também realistas”.


Como aprendeste isto tudo Susana?


Eu aprendo muito com o voluntariado, mas nunca tanto como tu – “Procura coisas que venha de dentro de ti, coisas intrínsecas, por vezes o que esses grupos dizem são muito genéricas, que pouco ou nada tem a ver connosco”. Como é que tu sabes isso? Realmente sinto muitas vezes que isso me acontece, não me identifico nada com o que é dito nas reflexões, sobre o amor, o sentido de serviço ou o voluntariado, acho que preferia coisas mais motivacionais ou coisas que me ajudassem a lidar melhor com o meu ser. Talvez seja eu a precisar de trabalhar estes aspectos.


Como eu te admiro, Susana, não é só por seres a minha melhor amiga, mas porque me ensinas imenso e estás a fazer um percurso de vida notável, já tens três filhas, já tiveste um negócio criado por ti, já fizeste um ano de missão, para além de teres tirado um curso superior. Agora saíste da tua zona de conforto, da tua casa confortável em Ovar, de perto da tua família e amigos, e foste procurar uma nova vida, ou uma nova felicidade no Algarve. Como tu me disseste “Aproveita tudo o que a vida tem para te dar, para não chegares a velha e ficares ressentida por coisas que querias ter feito e não fizeste”. Como isso é verdade, vejo perfeitamente isso pela minha mãe.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Árvore de Palavras



A minha primeira nuvem de palavras como não poderia deixar de ser é uma árvore de palavras como sejam: amor, vida, família, irmãos, natureza, amizade, azul, verde caminho, Santiago de Compostela e muitas mais, poderia ainda acrescentar outras tantas, ainda bem que a vida é composta de tantas palavras, é sinal de crescimento e que vamos tendo experiências de vida diferentes.