
Quais os meus grandes desafios pessoais
Vou mesmo seguir os conselhos da Susana e traçar metas para
2018 com coisas palpáveis e com nomes.
Como sei que a nível de trabalho as coisas vão ser bem
difíceis, e que terei imensas chatices, tenho mesmo que melhorar a nível
pessoal para que as coisas corram melhor.
Coisas concretas para 2018
GINÁSIO – Aulas de
Dança
Integra-me bem no grupo:
Ficar próxima pelo menos da Vânia, Cristina
e Andreia ou Rosa
Melhorar a minha coordenação motora
Aulas de GAP
Continuar com o contacto da Céu, melhorar o contacto com a Cláudia e a
Mónica, estar atenta as pessoas que estão a meu lado e cumprimentar.
Melhorar a Relação com o professor
Aulas
de Natação
Manter
a proximidade com a Kikas e melhorar a relação com a Joana e com a Sofia
Manter boa a boa relação que tenho com o
Professor e aumentar o leque de pessoas com quem falo nas aulas.
TEATRO
Fazer
um esforço para ir sempre bem disposta para as aulas de teatro
Ser
mais afável com o Jaime
Ver
mais vídeos de teatro no youtube e
tentar ver mais peças
Ficar com o contacto da Diana, ficar mais próxima
de pessoas como a Catarina, Emília e Ricardo
VOLUNTARIADO
Não me
envolver em cusquices
Não
reagir as coisas que não gosto, simplesmente afastar-me
Continuar
próxima de Mariana Prata, Pedro Rosário, Sandra, Nuno, Carlos e Sónia
Continuar
próximo de Joana, Diana, Ana, melhorar a proximidade com a Raquel,
manter a Sofia e o Hernâni, manter com a Marina, Luís, Ana e Maia.
Conhecer
bem os novos.
Nas relações pessoais quero manter os amigos que já tenho e
também os contactos.
A nível de desenvolvimento pessoal, procurar uma formação
numa área diferente da minha, a partir de Outubro.
E eis que quando eu me preparo para pensar nos meus objectivos
para 2018 me aparece este texto pela frente, na muche, na hora certa, no
momento exacto. Quando eu penso na relação com os outros e com objectivos traçados em função dos outros, aparece-me este texto com fortes indicações só para mim e a dizer que a prioridade tenho de ser EU, que se eu estiver bem tudo irei ver as coisas que me rodeiam de outra maneira
‘Quando me amei de verdade’, Charles Chaplin
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância eu estava no lugar correto e no momento preciso. E então, consegui relaxar. Hoje sei que isso tem nome… Autoestima.
Quando me amei de verdade, percebi que a minha angústia e o meu sofrimento emocional não são mais que sinais de que estou agindo contra as minhas próprias verdades. Hoje sei que isso é… Autenticidade.
Quando me amei de verdade, deixei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a perceber que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje sei que isso se chama… Maturidade.
Quando me amei de verdade, compreendi por que é ofensivo forçar uma situação ou uma pessoa só para alcançar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou que a pessoa (talvez eu mesmo) não está preparada. Hoje sei que isso se chama… Respeito.
Quando me amei de verdade, me libertei de tudo que não é saudável: pessoas e situações, tudo e qualquer coisa que me empurrasse para baixo. No início a minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que isso se chama… Amor por si mesmo.
Quando me amei de verdade, deixei de me preocupar por não ter tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os megaprojetos do futuro. Hoje faço o que acho correto, o que eu gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é… Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos. Assim descobri a… Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. E isso se chama… Plenitude.
Quando me amei de verdade, compreendi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, é uma aliada valiosa. E isso é… Saber viver!